

A estenose hipertrofica do piloro é o bloqueio da passagem para fora do estômago devido ao espessamento (hipertrofia) do músculo na junção entre o estômago e os intestinos.
A ultrassonografia (US) é a modalidade diagnóstica preferida por ser uma técnica não invasiva, permitindo a observação direta da morfologia e do comportamento do canal pilórico. É importante realizar um estudo sistemático e dinâmico e estar atento às dificuldades técnicas comuns e como superá-las.
O exame de ultrassom permite que o gastroenterologistas ou o radiologista para realizar uma breve história clínica, que pode revelar pistas essenciais para o diagnóstico. Ainda, um transdutor de alta frequência Scanner de ultrassom linear colorido L7CD deve ser ajustado ao tamanho do paciente e à profundidade do piloro. A sonda linear de 5 a 10 MHz fornecerá a profundidade necessária para visualizar o piloro.
No HPS, o músculo espessado e o piloro alongado são fixados ao longo do tempo, o que ajuda o operador a identificar essa condição. A aparência do piloro hipertrofiado foi descrita como o sinal do colo do útero, pois se assemelha à aparência do colo do útero.
O Ultrassom permite um estudo dinâmico com observação direta da morfologia e comportamento do canal pilórico. Mais importante ainda, deve ser realizado por um especialista experiente. Ter uma abordagem sistemática melhorará a sensibilidade da técnica.
Um novo exame de US pode ser solicitado se o vômito persistir após a cirurgia. No entanto, o radiologista e o cirurgião devem estar cientes de que o músculo pilórico pode permanecer espessado após a cirurgia bem-sucedida e pode levar até 5 meses para retornar à espessura normal.
O exame de US pilórica é uma investigação dinâmica, que deve ser realizada de forma sistemática. O praticante deve estar ciente das armadilhas do exame e como superá-las. É importante estar familiarizado com as aparências pilóricas normais e hipertrofiadas, pois isso proporcionará maior confiança diagnóstica, auxiliando no diagnóstico precoce e melhorando o manejo de lactentes com SHP.
Referências: Estenose pilórica hipertrófica, Estenose pilórica,
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